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Onda de calor na Europa

Onda de calor na Europa

A inesperada onda de calor extremo que atingiu a Europa nas duas últimas duas semanas está nos revelando uma realidade que não está muito longe de um cenário global. Mais de mil pessoas morreram e 25 mil hectares já foram devastados devido aos incêndios provocados pelas temperaturas acima dos 40 ºC. Por aqui, o período ainda é de chuva, porém em poucos meses já teremos essa preocupação e queremos mostrar o que isso tem a ver com o nosso verão.

Vale lembrar que isso tudo está acontecendo com um aumento de 3 ºC acima da média histórica, países ao norte nunca marcaram valores tão altos assim em seus termômetros. De acordo com o IPCC (Painel Intergovernamental para a Mudança de Clima), os extremos climáticos se tornarão cada vez mais intensos e frequentes com o aquecimento global causado pelo aumento das emissões de CO₂.

O que não nos damos conta é que se mantermos esse ritmo nada sustentável, a demanda de energia para manter casas e grandes companhias climatizadas crescerá de forma a contribuir mais ainda com essa difusão de gases causadores do efeito estufa.

Mas o que exatamente acontece com seu corpo quando a temperatura fica mais quente?

É comum imaginar que essa diferença de apenas 3 ºC acima da média pode ser pouco, afinal estamos acostumados com variações de 22 a 25 ºC sem grandes problemas. Nosso corpo consegue compensar essa diferença de temperatura externa aquecendo-se por dentro.

O grande perigo acontece quando a nossa temperatura interna corporal atinge valores acima dos 37 ºC. Começamos a desencadear um fenômeno chamado HIPERtermia, e numa faixa de 38 a 41 ºC, pode causar mais graves como:
Esforço excessivo dos rins para compensar a transpiração e desidratação;
Cãibras devido a perda de sódio e outros eletrólitos pelo suor;
Dificuldade em bombear sangue por conta da dilatação excessiva dos vasos na tentativa desesperada do corpo de eliminar o calor.

Entre 40 e 41 ºC o calor começa a desnaturar as proteínas essenciais para a vida e funcionamento do corpo, o que pode levar a um derrame, insuficiência cardíaca ou falência múltipla dos órgãos.

Utilizar alternativas sustentáveis e renováveis não é mais uma simples escolha, mas uma necessidade se quisermos proteger o mundo de tragédias graves como as noticiadas recentemente. Fica claro então a importância de empresas comprometidas com ações além de promover seu próprio desenvolvimento, ou seja, companhias que respeitam e pensam no meio ambiente e sociedade como um todo.

Segundo Rebecca Henderson, professora da Harvard Business School, você não pode usar os negócios para fazer o bem no mundo se não estiver indo bem financeiramente. Crescer bem e fazer o bem estão interligados, e as estratégias de negócios bem-sucedidas incluem ambos, afinal, iniciativas sustentáveis podem contribuir para o sucesso geral de uma organização.

A SOMMAR não poupa esforços em firmar compromisso com esse time de empresas preocupadas com o bem-estar global. E você? Tá fazendo sua parte?

Vem conhecer um pouco mais sobre como ajudamos pessoas e empreendimentos com nossas nanotecnologias sustentáveis.

Catarina Maia
catarina@sommar.eco.br

Engenheira Químcia pela UFPE e Åbo Akademi - Filnândia. Atualmente coordena o setor de Otimização Térmica e Energética da SOMMAR na função Diretora Executiva da organização.

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